segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

3 comentários:

Rodrigo disse...

Ê .... Casa do Senhor....Peço a Deus sempre em minhas orações q possa encher de ânimo o Missionário Marcelo para q com a instrução de Deus continue tomando a frente deste trabalho na seara do Senhor aí na Colônia Treze... Uhuuu ... vlw Marcelão...!!!!

Rodrigo disse...

Church!!!!

clerton queiroz disse...

OI, TIM, está CLARO... Fala alguma coisa. Ainda estamos VIVO(S). Obrigado meu irmão pelo SAMU que nunca vem, pelo médico que nunca aparece, pelo posto de saúde que nunca funciona, pelo celular que nunca pega e pela operadora que nunca tem linha. Pela casa que você nos arranjou, pela igreja que você não ensinou, pelo trabalho de dois anos que você não realizou, pela JMN que você não informou e pelas piadas que você soltou.
Mas, uma coisa sou realmente grato, são os amigos e irmãos que você nos aproximou. Encontrei aí pessoas maravilhosas e carentes de vida na palavra, de conhecimento mais profundo.
Suportei várias coisas nesta vida, dificuldades financeiras, problema de relacionamento, fome, privações, entre tantas outras. Mas, uma das coisas que, como pai de família não consegui suportar ainda é ver um filho doente e não ter a quem recorrer. Pagamos um plano de saúde caro, porém, de que serve se não há médico. Médico só em Aracajú, mas como chegar lá se não temos carro, e o táxi, não custa nada, só R$ 80,00, quase o valor mensal do plano de saúde. Se pagamos com dificuldade um plano de saúde como iremos desembolsar o dinheiro do táxi... Muito obrigado meu Deus, pois, temos a Ti, que nos socorre e ouve as nossas orações.
Há uma grande dificuldade nisto tudo, de indagarmos sobre a concretização do ministério, ou a realização dele. Mas, há também uma grande dificuldade em entendermos sobre o ministério, não só do pastor ou missionário, mas de sua família.
Primeiro: só pensamos no pastor, ou missionário que vem se é bom, se sabe pregar, se toca algum instrumento, se sabe cantar, e tudo mais;
Segundo: Nunca pensamos na sua esposa, que o acompanha, que deixa na maioria das vezes suas pretensões e sonhos de lado, também pelo ministério, que cuida dele, que ora por ele, que pede que Deus sempre o acompanhe. Para essa mulher muita das vezes o que sobra é um marido cansado, estressado, e os filhos para cuidar e educar;
Terceiro: nunca pensamos nos seus filhos, que dependem dele, financeira e espiritualmente, que precisam dele e do seu acompanhamento, do seu carinho, de uma palavra amiga e tantas outras coisas. Lembro-me de um fato interessante que ocorreu na Igreja Presbiteriana Central de Fortaleza, quando um filho de um pastor emérito disse: perdemos o nosso pai para a Igreja. Ele explicava o porquê disso. Ele dizia: papai nunca tinha tempo para os filhos, todo o seu tempo era para a igreja. Um homem de Deus que hoje vive para sua mulher e seus filhos.
Para muitos é fácil entender o que é realização pastoral, a igreja crescendo, o trabalho desenvolvendo. Estou me realizando. Mas, não é bem simples assim. Precisamos ser coerentes com a realidade, de que na maioria das vezes as nossas esposas estão insatisfeitas e os nossos filhos esquecidos, não só por nós, mas também pelas nossas igrejas.
Refletindo sobre o assunto, entendi que, o ministério só é realizado plenamente nas nossas vidas e na vida das nossas esposas e dos nossos filhos quando a Igreja se coloca como canal de Deus para abençoar não só o pastor ou missionário, mas também a sua família. Que o Senhor nos abençoe.
Só podemos dar o que temos e, não prometemos nada a ninguém, se não o nosso trabalho e dedicação. A Bíblia nos ensinou como família que a nossa palavra deve ser sim, sim, não, não, e que, maldito o que faz a obra do Senhor relaxadamente.